ENAPET 2025

Postado por: MARINA CECÍLIA BASTOS DE OLIVEIRA

O PET-Física da UFMS marcou presença no ENAPET-2025, ocorrido em Brasília-DF nos dias 21 à 23 de Novembro, representado por Sophia Bruck, Lívia Alves e Ana Vitória Nunes. Os projetos apresentados foram Ciencia Itinerante e Jornal Quark, mostrando a importância da divulgação científica tanto dentro da universidade quanto fora dela, em outras instituições de ensino e para todo tipo de público, além de mostrar como a física faz parte do cotidiano e pode ser fascinante mesmo na simplicidade. O evento também proporcionou interação com outros grupos PETs, experiências culturais na cidade, palestras e minicursos diversos. Confira o que nossas representantes acharam da experiência:

“Participei do evento e, para mim, foi uma experiência extremamente enriquecedora. Ao longo da programação, tivemos rodas de conversa, palestras e também um minicurso de Libras, que foi uma das atividades que mais gostei por ampliar nossa compreensão sobre acessibilidade e inclusão. Eu e a Sophia também tivemos a oportunidade de apresentar o nosso projeto, o que tornou o evento ainda mais especial. Foi muito gratificante compartilhar o que desenvolvemos e perceber o interesse das pessoas no nosso trabalho. Cada atividade trouxe algo novo e interessante, e saí de lá com a sensação de crescimento, tanto pessoal quanto acadêmico. Sem dúvidas, foi uma experiência muito positiva e que valeu a pena.”

– Ana Vitória Nunes

 

“O Encontro Nacional de PETs foi uma experiência muito enriquecedora por vários motivos. Conseguimos ver a dimensão dos grupos PET no Brasil. A gente imagina que são muitos, mas não tem noção da quantidade real de petianos que existem. Vimos grupos PET muito diferentes e de cursos que, às vezes, nem sabíamos que existiam, fazendo as mesmas coisas, enfrentando os mesmos problemas e tendo as mesmas ideias.
Foi muito produtivo trocar vivências com outros petianos, criar contatos e voltar com novos planos para o PET Física. As palestras e minicursos foram relevantes, e os ministrantes foram muito interativos e receptivos. Além disso, foi muito legal conhecer uma grande universidade como a UnB, que é imensa e inspiradora.
Eu acho que todo petiano deveria ir, pelo menos uma vez, a um ENAPET. É importante aproveitar tudo o que puder no campus, nas palestras, nos debates e na cidade onde o evento acontece. Valeu muito a pena, tanto pela troca de experiências quanto para conhecer um novo lugar.”

– Lívia Alves

 

“Participar do ENAPET e conhecer petianos de todo o país foi uma experiência única!

Acredito que o Programa de Educação Tutorial é, de fato, um projeto que estimula nossa autonomia com relação à liderança e competências acadêmicas, onde reunimos questões científicas e sociais buscando sempre contribuir tanto com a comunidade universitária quanto com nossa própria formação. O Encontro Nacional dos PETs mostrou-se uma ponte de troca de experiências e ideais que contribui para cada grupo de forma singular, o que aumenta ainda mais a nossa diversidade de projetos: os objetivos, o público alvo, a forma de se organizar enquanto grupo e assim por diante!

Pessoalmente falando, a programação mais legal foi o momento das apresentações de projetos, em que foram reunidos os petianos da área de exatas e pude conhecer tanto algumas produções acadêmicas mais teóricas, quanto atividades mais voltadas para a comunidade externa (divulgação científica, oficinas, etc) e, enquanto isso, conhecer e formar vínculos com outros grupos PET. Apresentar o Ciência Itinerante e o Jornal Quark também foi muito especial, esses projetos reforçam de que é possível, e que devemos, tornar a física mais acessível, aproximando os conteúdos do público de forma divertida e de mais fácil entendimento. Mais que isso, acredito que representam um retorno imediato para a sociedade, de um conhecimento que nós, estudantes do INFI, obtivemos gratuitamente em uma universidade federal (e no caso de nós, petianos, juntamente com a bolsa). As discussões sobre as melhorias e mudanças que precisam acontecer também foram muito relevantes para a manutenção que se faz necessária em um programa do tamanho e importância do PET. Torço muito para uma boa, longa e sólida continuidade do projeto, no INFI e no país.”

– Sophia Bruck